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	<title>Revista Digital</title>
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	<description>Pólo RS Agência de Desenvolvimento</description>
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		<title>Bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro &#8211; uma &#8220;ginástica&#8221; mental que apura a mente. Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Foreign-language-dictiona-0071.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3729" title="Foreign-language-dictiona-007" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Foreign-language-dictiona-0071.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas da Northwestern University dizem que o bilinguismo é uma forma de treinamento do cérebro &#8211; uma &#8220;ginástica&#8221; mental que apura a mente.</p>
<div style="text-align: justify;">Falar duas línguas afeta profundamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram testes de laboratório.</div>
<p style="text-align: justify;">Especialistas dizem que o estudo publicado na revista<em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em> fornece evidências &#8220;biológicas&#8221; para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro de 48 estudantes voluntários saudáveis &#8211; 23 dos quais bilíngues &#8211; a sons diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram usados eletrodos no couro cabeludo para traçar o padrão das ondas cerebrais.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos &#8211; o bilíngue e o de alunos que somente falavam inglês &#8211; responderam da mesma forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilíngue foi muito superior em processar os sons.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes &#8211; a voz do orador &#8211; e bloquear outros ruídos que distraem &#8211; as conversas de fundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poderoso benefício</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Nina Kraus, que coordenou a pesquisa, &#8220;a experiência do bilíngue é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo que é altamente eficiente, flexível e focado no seu processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisadora e co-autora do estudo Viorica Marian disse: &#8220;As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto em falantes de mais de uma língua vêm simples e automaticamente de conhecerem e usarem dois idiomas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Parece que os benefícios do bilingüismo são particularmente poderosos e amplos, e incluem a atenção, seleção e codificação de som&#8221;, completou</p>
<p style="text-align: justify;">Músicos parecem ganhar um benefício semelhante quando ensaiando, dizem os pesquisadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilíngue pode ajudar a afastar a demência.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<strong> BBC</strong></p>
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		<title>País rico é país com saneamento adequado</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias & Números]]></category>

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		<description><![CDATA[País rico é país sem pobreza, diz o lema do governo Dilma Rousseff. Mas cabe perguntar: que pobreza o governo tem em mente e quer eliminar? Se for medida pelo critério de renda, mesmo com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="bb-md-noticia-tabs">
<div id="barraInteratividade"><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fix-water-leak-reno-lg1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3731" title="fix-water-leak-reno-lg" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fix-water-leak-reno-lg1.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></div>
<div id="bb-md-noticia-tabs-1">
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>País rico é país sem pobreza, diz o lema do governo Dilma Rousseff. Mas cabe perguntar: que pobreza o governo tem em mente e quer eliminar? Se for medida pelo critério de renda, mesmo com o avanço da chamada classe C &#8211; a tal &#8220;nova classe média&#8221; -, boa parte desta é ainda pobre tanto no valor absoluto de sua renda como em termos de comparações internacionais. E há ainda as classes D e E.</div>
<div>
<p>Pode ser que o governo defina um nível conveniente de renda mínima ao medir o seu esforço de eliminar a pobreza. Mas nem assim esconderia o fato de que o País não seria rico se somente isso ocorresse. Esse nível de renda seria baixo e a pobreza não se limita aos rendimentos. Há outros aspectos fundamentais, como o nível e a qualidade do ensino e do atendimento à saúde recebidos em termos médios pela população, sabidamente muito baixos no Brasil. São carências seculares que não serão resolvidas em um ou dois mandatos presidenciais. E há mais aspectos da pobreza também carentes de atenção. Entre eles, a falta de saneamento adequado, que se desdobra em água tratada, esgotamento sanitário, coleta de lixo e drenagem de águas pluviais &#8211; esta para evitar as enchentes e os seus repetidos desastres. Quanto a isso o Brasil também está longe de chegar ao que se passa em países ricos.</p>
<p>Sabia que as carências de saneamento são sérias no Brasil, mas recentemente percebi que são ainda bem mais graves do que imaginava. Isso aconteceu ao assistir a uma palestra do economista Gesner Oliveira em reunião recente do Conselho de Economia da Associação Comercial de São Paulo. Além de sólida formação acadêmica e de sua condição de professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, ele tem hoje uma importante credencial para falar sobre o assunto: a experiência em lidar com ele como presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no governo José Serra.</p>
<p>O palestrante pintou um quadro dramático da precariedade do saneamento básico brasileiro, em particular nas áreas urbanas, o foco de sua análise. Assim, dados de 2010 ou próximos desse ano &#8211; como outros que são citados abaixo &#8211; mostram que apenas 25% das capitais tinham mais de 80% dos seus domicílios ligados a redes de esgoto. E há casos gravíssimos. Assim, numa reportagem de jornal mostrada na ocasião algumas foram chamadas de &#8220;capitais da porcaria&#8221;, entre elas Porto Velho (apenas 2% de domicílios ligados), Belém (6%), Macapá (7%) e Manaus (11%), numa lista que inclui também quatro capitais nordestinas com taxas entre 30% e 37%.</p>
<p>Dados sobre o Brasil mostram ainda 40 milhões de pessoas sem rede de água tratada, 107 milhões (!) sem rede de esgoto, 134 milhões sem esgoto tratado e 8,2 milhões (!) sem banheiros em seus domicílios.</p>
<p>A situação de alguns países ricos foi apresentada e os dados confirmam o título deste artigo. Assim, na Alemanha 100% dos municípios têm água tratada, 100% têm coleta de esgoto e em 99% deles há tratamento do coletado. Na Itália os índices são de 98%, 90% e 94%; em Portugal, 97%, 95% e 84%; na França, 99%, 95% e 84%, respectivamente.</p>
<p>Numa breve referência ao saneamento rural, uma avaliação da ONU mostrou que a situação brasileira é pior do que a de países como Sudão, Timor Leste e Afeganistão. Quanto ao lixo, 42% dos resíduos sólidos coletados no País têm destinação imprópria, pois vão para lixões e aterros inadequados. E apenas 6% dos municípios têm algum sistema de drenagem.</p>
<p>É óbvia a correlação entre a disponibilidade de saneamento básico e melhores condições de saúde no entorno dos domicílios atendidos, mas foi interessante conhecer uma estimativa de que cada real gasto com saneamento representa a economia de quatro com tratamentos de saúde.</p>
<p>Dado esse triste quadro, o que se faz em contrário é claramente insuficiente para limpar toda a sujeira que revela. Há carência de investimentos e dificuldades de planejamento e de gestão. O Brasil tem seu Plano Nacional de Saneamento Básico, que prevê a universalização desse serviço até 2030 mediante investimentos totais de R$ 263 bilhões, e no valor médio anual, de R$ 13 bilhões, o que significaria dobrar a média dos últimos cinco anos, que, se mantida, deixaria essa universalização para 2060 (!).</p>
<p>Toda vez que ouço falar de planos governamentais ponho um pé atrás, pois muitos ficam só no plano das hipóteses. E não vejo de onde vai sair todo esse dinheiro de fontes governamentais. Por isso vi com simpatia algumas propostas apresentadas pelo palestrante, entre elas o recurso a parcerias público-privadas, pois sozinhos os governos federal, estaduais e municipais não dão conta dos problemas nessa área. E a busca de aumentos da produtividade de sistemas já instalados, inclusive ampliações e novos que virão.</p>
<p>No abastecimento de água, aumentos substanciais de produtividade seriam alcançados se reduzidas fortemente as perdas nas redes de abastecimento, que alcançam perto de 40% (!). Isso geraria receita adicional e liberaria recursos para mais investimentos. No esgotamento sanitário, que exige muito bombeamento, também há perspectivas de ganhos de produtividade com equipamentos mais eficientes no uso da energia.</p>
<p>Concluo com outro dado particularmente chocante, que evidencia os efeitos danosos da carga tributária elevadíssima, tão alta como nunca antes neste país. De impostos federais a Sabesp pagou em 2009 o total de R$ 1,26 bilhão, perto da metade a título de contribuições que se dizem sociais (uma tem explicitamente esse nome e outra é a Cofins, também com seu quê de social). No mesmo ano a Sabesp investiu um total não longe disso, R$1,8 bilhão, o qual poderia ser substancialmente ampliado se o governo federal promovesse uma forte desoneração tributária desse setor tão importante para aliviar as condições de pobreza em que vive grande parte da população brasileira.</p>
<p>Fonte: <strong>Roberto Macedo &#8211; O Estado de S.Paulo</strong></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Governo ignora cientistas em debates importantes</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/governo-ignora-cientistas-em-debates-importantes/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias & Números]]></category>

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		<description><![CDATA[Justamente agora que o Brasil atingiu a 13ª posição na produção científica mundial, aumentou a quantidade de universidades federais e o número de pesquisadores, o país deu um &#8220;tiro no pé&#8221; reduzindo em 22% os]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ignore1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3727" title="ignore" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ignore1.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Justamente agora que o Brasil atingiu a 13ª posição na produção científica mundial, aumentou a quantidade de universidades federais e o número de pesquisadores, o país deu um &#8220;tiro no pé&#8221; reduzindo em 22% os recursos federais para ciência, diz a biomédica Helena Nader.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), o governo erra ao ignorar o que a ciência nacional tem a dizer nos debates públicos sobre temas importantes, como o novo Código Florestal ou a conferência Rio+20.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na semana passada a presidente Dilma afirmou que os cientistas deveriam ser avaliados também por patentes, além de produção científica. O que a sra. pensa disso?</strong><br />
<strong>Helena Nader</strong> - A universidade até pode fazer patente, mas esse não é o seu papel. O grande produtor de patentes deve ser a iniciativa privada. A Capes [Coordenação de Pessoal de Nível Superior] hoje pontua programas de pós-graduação com patentes. Mas querer que a universidade se responsabilize por patentes é um erro, mesmo que sejam feitas em parcerias com empresas. Essas parcerias ainda são muito frágeis.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que são frágeis?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As leis são problemáticas e deixam o cientista em uma posição vulnerável. Há problemas na interpretação das leis, como a Lei do Bem [de 2005, que trata prioritariamente de pesquisa em empresas].</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, um professor com dedicação exclusiva em uma universidade pode, pela legislação, dedicar um dia por semana para um projeto em parceria com uma empresa. Mas isso pode causar problemas no Ministério Público, que entende que ele está deixando de fazer pesquisa e ensino. O professor concursado pode colocar em risco a carreira dele. Precisamos de uma legislação mais clara.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Código Nacional de Ciência e Tecnologia, que tramita no congresso desde setembro do ano passado, resolveria isso?</strong><br />
Essa proposta é fantástica. Mas o texto ainda está sendo aprimorado [o texto compila leis atuais ligadas à pesquisa, relacionadas por exemplo à importação e compra de equipamentos]. A questão é que no Brasil as empresas multinacionais quase não fazem ciência, diferentemente do que acontece na Índia e na China. O Brasil precisa ter mais pesquisa e desenvolvimento nas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas as empresas costumam alegar que falta mão de obra para fazer pesquisa no Brasil.</strong><br />
Houve um aumento grande no número de cientistas nos últimos 20 anos, mas ainda não foi suficiente. No entanto, aqui temos cientistas de primeira. Nós não existíamos como ciência pesada há 20 anos! Isso aconteceu nas universidades e nos institutos de pesquisa. E não adianta dizer que os cientistas das universidades são voltados à ciência básica [produção do conhecimento] e não à ciência aplicada [que gera produtos e inovações] porque essa polarização é fictícia. As duas formas de pesquisa se complementam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A SBPC tem se manifestado recorrentemente em relação ao corte de 22% de recursos federais à ciência. Houve algum retorno do governo?</strong><br />
Por enquanto, nada. Só se essa resposta estiver sendo formulada agora, enquanto estamos conversando (risos). E os números dos cortes ainda serão piores. Se o PIB (Produto Interno Bruto) crescer, a porcentagem destinada à ciência ficará menor ainda. O &#8220;PAC da Ciência&#8221; previa 1,8% para ciência em 2015. Isso não vai acontecer. Nós tiramos o chapéu quando o presidente Lula criou universidades federais. Essas instituições têm professores com, no mínimo, doutorado. Agora que a ciência tem força, nós cortamos o dinheiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A SBPC também tem brigado para alterar o texto do Código Florestal, que deve ser votado na semana que vem. Os cientistas estão sendo ouvidos?</strong><br />
Os cientistas não são ouvidos pelo governo porque não temos uma &#8220;bancada de cientistas&#8221; no Congresso, como têm os ruralistas. A ciência nacional cresceu e se fortaleceu, temos pesquisadores sendo disputados por instituições de pesquisa respeitadas em todo o mundo. Agora os cientistas deveriam ser ouvidos. Nós temos uma proposta para o Código Florestal, assim como temos um material que levaremos para discussão na Rio+20. Deveríamos ser mais ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência foi fundada em 1948, com um grupo inicial de 265 sócios que incluía nomes como o microbiologista José Reis (1907-2002), um dos criadores do jornalismo científico no país e colunista da Folha. A instituição seguia os moldes de outras sociedades similares já existentes no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">A SBPC criou em 1982 a revista &#8220;Ciência Hoje&#8221;, um dos primeiros e mais influentes órgãos de divulgação científica no Brasil. Durante a ditadura militar, o órgão ajudou a fortalecer a pressão da sociedade civil pela redemocratização.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a SBPC tem o papel de agregar cerca de cem sociedades científicas e soma em torno de 10 mil sócios ativos. Membros da instituição participam de mais de 20 comissões e conselhos do governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">O órgão faz uma reunião anual, a cada ano numa região diferente do país, que funciona como um grande congresso científico, com apresentação de pesquisas de várias áreas. Também há reuniões regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <strong>Sabine Righetti / </strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Folha de S.Paulo.</em></span></p>
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		<title>Não, eu não estou disponível</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso resistir à crescente pressão social para a onipresença, a onisciência e a onipotência Há mais ou menos um século, em uma Viena tão ou mais cosmopolita do que qualquer uma das novas cidadelas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/6976945783_130ac0e3ce.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3700" title="6976945783_130ac0e3ce" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/6976945783_130ac0e3ce-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p><em>É preciso resistir à crescente pressão social para a onipresença, a onisciência e a onipotência</em></p>
<p>Há mais ou menos um século, em uma Viena tão ou mais cosmopolita do que qualquer uma das novas cidadelas virtuais, são Freud tentava explicar um fenômeno que já incomodava muita gente: o esquartejamento do homem contemporâneo entre duas forças antagônicas, o corpo e o outro.</p>
<p>Chamadas na época de id e superego, essas demandas ganharam dezenas de nomes ao longo das décadas, mas não perderam importância. Ao contrário, à medida que a superconexão das redes concatena boa parte dos ambientes de interação, cresce a pressão social para um comportamento mais pragmático, funcional, onipresente, onisciente, onipotente e disponível.</p>
<p>Não é mais permitido a um indivíduo razoavelmente integrado estar desconectado ou alheio aos fatos, ignorante de acontecimentos, incapaz de realizar uma tarefa.</p>
<p>O acesso móvel propiciado por tablets e smartphones e o conhecimento instantâneo disponibilizado nos vídeos no YouTube e nos verbetes da Wikipédia acabaram com a época do &#8220;não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe&#8221;. Hoje todos são compelidos a saber, opinar, compartilhar, blogar e retuitar, mesmo que não façam a mais pálida ideia do assunto abordado.</p>
<p>A angústia perante a impossibilidade da empreitada é natural. A ignorância, antes considerada uma bênção, foi transformada em maldição, obrigando a todos que nasçam prontos, especialistas. O resultado, previsível, é um enorme conflito entre demandas e capacidades, obrigando cada indivíduo a empacotar a informação que recebe o mais rápido possível e transmiti-la para grupos cada vez maiores de pessoas que fazem o mesmo, em um tsunami de meias-verdades, preconceitos, informações rasas e citações fora de contexto.</p>
<p>Por mais que entusiastas de mídias sociais classifiquem essa prática como uma formação de opinião mais democrática, inovadora e aberta, a realidade a transforma em um tipo vicioso de fofoca, terreno fértil para todo tipo de boataria, casa de doidos em que todos falam para ninguém escutar.</p>
<p>Na velocidade e na pressão das redes de compartilhamento, a informação gratuita perde seu valor. Sem tempo, foco ou referências de qualidade, não há como estabelecer uma reflexão sólida. O resultado é uma espécie de histeria coletiva, combustível social à espera do primeiro estopim que a incendeie.</p>
<p>A história mostra vários momentos cuja energia foi inversamente proporcional à razão. Por mais que tivessem potencial construtivo, a maioria foi aniquilada ou acabou em regimes totalitários.</p>
<p>Dicionários e enciclopédias foram feitos para serem consultados, não decorados. Quando a opinião de especialistas é trocada pela voz coletiva das ruas, corre-se o risco de ignorar os fatos para perpetuar mitos e falsas verdades. Não há revista científica que comprove os malefícios do leite com manga, mas todos ouvimos essa história &#8220;em algum lugar&#8221; parecido com o Google.</p>
<p>A única saída possível para preservar a sanidade está em desenvolver o espírito crítico. Isso não demanda atitudes reacionárias, mas uma seleção da informação recebida, da relevância de sua fonte e, acima de tudo, se cabe a você tomar alguma atitude com relação a ela ou se é mais saudável ignorá-la.</p>
<p>Fonte: <strong>Luli Radahrer / </strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Folha de S.Paulo.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem Destino</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que eu posso fazer?]]></category>

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		<description><![CDATA[Dennis Hopper e Peter Fonda em Sem Destino &#160; Excelentes filmes, com entrada grátis e tudo em um ótimo lugar: a Sala Redenção da UFRGS, o conhecido Cinema Universitário. E mais: diversas opções de dias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/easy-rider-fonda-hopper-big-21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3733" title="easy-rider-fonda-hopper-big-2" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/easy-rider-fonda-hopper-big-21.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Dennis Hopper e Peter Fonda em <strong>Sem Destino</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Excelentes filmes, com entrada grátis e tudo em um ótimo lugar: a Sala Redenção da UFRGS, o conhecido Cinema Universitário. E mais: diversas opções de dias e horários. Veja a lista com filmes imperdíveis, para ver ou rever:</p>
<div id="linha_abertura"></div>
<div id="linha_programacao">
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p><em><strong>Sem Destino &#8211; Easy Rider</strong></em></p>
<p>EUA &#8211; 1969<br />
Duração: 91 min.<br />
Direção: Dennis Hopper<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
11/05/2012 &#8211; 19:00 <strong>•</strong> 14/05/2012 &#8211; 16:00 31/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p><strong><em>Billy Jack</em></strong></p>
<p>EUA &#8211; 1971<br />
Duração: 114 min.<br />
Direção: Tom Laughlin<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
14/05/2012 &#8211; 19:00 15/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Jesus Christ Superstar</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1973<br />
Duração: 108 min.<br />
Direção: Norman Jewison<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
15/05/2012 &#8211; 19:00 <strong>•</strong> 16/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p><strong><em>Um Estranho no Ninho &#8211; One flew over the cuckoo’s nest</em></strong></p>
<p>EUA &#8211; 1975<br />
Duração: 129 min.<br />
Direção: Milos Forman<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
16/05/2012 &#8211; 19:00 <strong>•</strong> 17/05/2012 &#8211; 16:00 31/05/2012 &#8211; 19:00</p>
<p><strong><em>Hair</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1979<br />
Duração: 160 min.<br />
Direção: MIllos Forman<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
17/05/2012 &#8211; 19:00 18/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p><strong><em>Corrida Contra o Destino &#8211; Vanishing Point</em></strong></p>
<p>EUA &#8211; 1971<br />
Duração: 98 min.<br />
Direção: Richard C. Sarafian<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
18/05/2012 &#8211; 19:00 21/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Zabriskie Point</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1970<br />
Duração: 110 min.<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
23/05/2012 &#8211; 19:00</p>
<p><strong><em>Anos de Rebeldia - Out of the blue</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1980<br />
Duração: 94 min.<br />
Direção: Dennis Hopper<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
21/05/2012 &#8211; 19:00 22/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>The Doors</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1991<br />
Duração: 140 min.<br />
Direção: Oliver Stone<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
22/05/2012 &#8211; 19:00 24/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Blow up</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>Itália &#8211; 1966<br />
Duração: 112 min.<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
24/05/2012 &#8211; 19:00 25/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Aconteceu em Woodstock - Taking Woodstock</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 2009<br />
Duração: 110 min.<br />
Direção: Ang Lee<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
25/05/2012 &#8211; 19:00 28/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Apocalypse now</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1979<br />
Duração: 153 min.<br />
Direção: Francis Ford Coppola<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
28/05/2012 &#8211; 19:00 29/05/2012 &#8211; 16:00</p>
<p><strong><em>Tempestade de Gelo - The ice storm</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="item_agenda">
<div id="linha_agenda">
<p>EUA &#8211; 1997<br />
Duração: 113 min.<br />
Direção: Ang Lee<br />
<strong>Entrada franca</strong></p>
<p><strong>Data &#8211; Horário:</strong><br />
29/05/2012 &#8211; 19:00 30/05/2012 &#8211; 19:00</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fator “repugnância” afeta mercados</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/fator-repugnancia-afeta-mercados/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias & Números]]></category>

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		<description><![CDATA[Os alunos do curso de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS conheceram mais detalhadamente um fator econômico inusitado: o da ” repugnância “. Foi nesta quarta-feira, 2/5, durante a palestra do professor Julio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/noadvise1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3725" title="noadvise" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/noadvise1.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os alunos do curso de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS conheceram mais detalhadamente um fator econômico inusitado: o da ” repugnância “. Foi nesta quarta-feira, 2/5, durante a palestra do professor Julio Elias, da Universidade Del CEMA, da Argentina, promovida pelo PPGE. O professor Júlio é Ph.D pela Universidade de Chicago, sendo que uma versão anterior desta palestra foi também apresentada na Universidade de Harvard.<br />
O fator repugnância mede o grau, maior ou menor, de preconceito ou ojeriza que as pessoas possuem por determinados tipos de transações, como o de bebidas alcoólicas, maconha ou carne de cachorro para consumo humano, por exemplo.<br />
- A economia comportamental concentra-se em certas regularidades nos gostos das pessoas que podem ter implicações importantes sobre o tipo de mercados – explica Elias.<br />
Segundo o professor, esse fator muda conforme a cultura de cada sociedade mas é fortemente impactada pela análise do custo/benefício que acaba, de alguma forma, prevalecendo. O que antes era repugnante pode passar a ser reconhecido como prática usual, principalmente a partir da organização destes mercados.<br />
- A repugnância assim, responde ao custos: quando ela é barata, nós observamos muito dela, quando ela se torna cara ou dispendiosa, ele tende a desaparecer. Assim, este tipo de analise indica que os economistas não podem ignorar a importância deste fator, a repugnância, pois ele pode ter consequências sobre o tipo de mercados e transações que nós observamos – observa o professor Giácomo Balbinotto, especialista em economia da saúde da FCE.<br />
Segundo ele, o uso da analise econômica mostra que o que é repugnante pode depender das circunstâncias e está fortemente associado com os custos sociais impostos pela proibição e regulação.<br />
Outro exemplo de mudança no fator de repugância é lembrado por Julio Elias.<br />
- A barriga de aluguel e a comercialização de espermas e óvulos é um exemplo da diminuição do fator de repugnância a partir do entendimento do seu benefício – explica.<br />
Para Elias, aliás, o caso da comercialização de órgãos é emblemático em relação ao atraso que a “repugnância” proporciona no avanço para organização deste mercado, que resolveria o problema da altíssima mortalidade nas listas de espera.<br />
Em 2007 escreveu um artigo juntamente com o Nobel de Economia Gary Becker, da Universidade de Chicago, demonstrando o benefício desta organização<br />
- O nosso estudo, aponta que a introdução de incentivo, financeiro ou não, aumentaria o fornecimento de órgãos, eliminando a longa lista de espera e o custo do próprio transplante, reduzindo drasticamente o número de mortes – afirmou o professor.<br />
Pelo estudo, a carência de rins para transplantes poderia ser eliminada por US$15 mil por órgão. Seria 10% a mais no custo total de um transplante que nos Estados Unidos gira em torno de US$ 150 mil. Os custos dispendidos pela sociedade ou pelos governos em hemodiálise, por exemplo, seriam suficientes para cobrir todas essas despesas se o mercado de transplantes fosse organizado e, principalmente, legalizado.<br />
Em outro exemplo, os honorários pela medula óssea seriam bem menores, simplesmente porque o doador pode rapidamente regenerar o que foi perdido. Num processo em andamento na Califórnia (EUA), os demandantes querem apenas poder tentar oferecer compensações em forma de bolsas de estudos, mesadas domésticas ou uma doação a uma organização de caridade em troca do órgão.<br />
- Já existe um sentimento, nos Estados Unidos, de que alguns órgãos poderiam ser liberados, mas ainda estamos muito atrasados nesta discussão – afirma o professor.<br />
No entanto, como cientista e pesquisador, prefere ir além. Para finalizar sua palestra escolheu um trecho das “Mil e Uma Noites”.<br />
- O que tenho a dizer é que é inútil ter repugnância com certas coisas. Eu experimentei por mim mesmo que o que minha vontade mostrou mais oposição é cuidadosamente onde meu destino a minha pena levou-me. – citou.<br />
Cerca de trinta e seis mil pessoas estão na lista de espera por transplantes no Brasil, demanda próxima dos Estados Unidos que chega a quarenta mil.<br />
L<a href="http://www.jstor.org/stable/10.2307/30033732">eia aqui o artigo do professor Julio Elias e de Gary Becker</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ações de hoje moldam o futuro</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/acoes-de-hoje-moldam-o-futuro/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum das ADs]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas ações e decisões tomadas neste momento irão se refletir no futuro. Da mesma forma, nossa acomodação também cobrará seu preço lá adiante. No Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã promete mostrar, na prática]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hurry-vector-513381.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3723" title="A person or people in a hurry run a day long race against time on clocks." src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hurry-vector-513381.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></p>
<p>Nossas ações e decisões tomadas neste momento irão se refletir no futuro. Da mesma forma, nossa acomodação também cobrará seu preço lá adiante. No Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã promete mostrar, na prática e com projeções artísticas, como as ações da humanidade no presente determinarão o futuro. Por isso, quase nada que possamos fazer pode ser assim decidido sem pensar, sem refletir sobre as prováveis consequências no decorrer dos anos. Assim é quando planejamos nossa vida, nossos estudos, se ter ou não ter filhos e até o nosso cotidiano. Tudo irá depender do tipo de ação que tomarmos no presente. Isso vale para tudo  e também para o meio ambiente, tão castigado nestas últimas décadas.</p>
<p>Vale também, e muito, para os gestores públicos, que não podem decidir baseados apenas em circunstâncias atuais ou apenas politicamente, diante das eleições.  Responsabilidade, respeito e o coletivo devem estar sempre inseridos como marcas em todas as decisões.</p>
<p>Não decidir também tem preço. O custo de não fazer da Agenda 2020 &#8211; uma série de números e informações que escancaram o prejuízo de não realizar grandes mudanças &#8211;  mostra o altíssimo preço que o Rio Grande do Sul já paga e ainda irá pagar por ausência de ações e reformas fundamentais em áreas como previdência, educação, saúde, infraestrutura e segurança.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, a Agenda 2020 é uma construção coletiva do amanhã sendo realizada hoje por centenas de voluntários gaúchos. Como afirma Craig Venter,  pioneiro do sequenciamento do genoma humano e criador da primeira forma de vida sintética, &#8220;a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo você mesmo&#8221;.</p>
<p>Autor:<strong><em> Inácio Knapp.</em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobra de vagas</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/sobra-de-vagas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias & Números]]></category>

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		<description><![CDATA[É preocupante a sinalização que está sendo dada pela Universidade Federal de Santa Maria, que registra expressiva evasão nos seus cursos superiores e uma ociosidade de vagas incompreensível para uma universidade pública. De acordo com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div id="fonte">
<div><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/transferring-innovation-from-science-to-business1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3721" title="transferring-innovation-from-science-to-business" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/transferring-innovation-from-science-to-business1.jpg" alt="" width="518" height="384" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">É preocupante a sinalização que está sendo dada pela Universidade Federal de Santa Maria, que registra expressiva evasão nos seus cursos superiores e uma ociosidade de vagas incompreensível para uma universidade pública. De acordo com a própria instituição, do ano passado para cá quase dobrou o número de vagas não preenchidas, passando de 853 para 1.616. Até mesmo cursos tradicionais e concorridos, como o Direito, têm aulas com várias cadeiras vazias.</p>
<p style="text-align: justify;">São dados intrigantes, especialmente depois que o governo federal ampliou o número de vagas por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). A explicação, segundo especialistas consultados, está na inadequação dos cursos oferecidos em relação ao mercado de trabalho. Eis aí um ponto que precisa ser atacado urgentemente pelos gestores do Ensino Superior e pelos formuladores de políticas públicas. De nada adianta facilitar o ingresso de estudantes nas universidades se os conteúdos dos cursos são incompatíveis com as necessidades do mercado e da vida real dos futuros profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora considere normal que algumas universidades tenham ficado com vagas disponíveis em decorrência do aumento de oferta, o Ministério da Educação adverte as instituições sobre a necessidade de melhor aproveitamento. O plano de expansão da Rede Federal de Educação Superior Profissional e Tecnológica, lançado no ano passado, prevê a contínua ampliação da oferta de vagas até 2014, com a criação de novas instituições e novos cursos. O governo também está investindo em bolsas para estudantes brasileiros em universidades no Exterior. Há, portanto, um ambiente favorável para a qualificação do Ensino Superior e para a capacitação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta, pelo que se deduz deste episódio de Santa Maria, uma aproximação maior do meio acadêmico com o mercado profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial <strong>Zero Hora.</strong></em></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Já pensou em deixar o cliente em paz?</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/ja-pensou-em-deixar-o-cliente-em-paz/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Atendimento é como remédio: o que separa a cura do veneno é a dosagem Em seu último livro, “É tudo tão simples”, Danuza Leão relembra rapidamente uma passagem sua por um hotel da rede Club]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atendimento é como remédio: o que separa a cura do veneno é a dosagem</strong></p>
<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/untitled.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3452" title="untitled" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/untitled.png" alt="" width="350" height="233" /></a></p>
<p>Em seu último livro, “É tudo tão simples”, Danuza Leão relembra rapidamente uma passagem sua por um hotel da rede Club Méditerranée. “Fui passar uma semana, no dia seguinte arrumei as coisas e voltei correndo, tal era a pressão para eu me socializar” escreve ela.<br />
O Club Med conta com os chamados G.O.s (“gentis organizadores”), profissionais responsáveis por interagir com os hóspedes, batendo papo com eles nas refeições, convidando-os para participar das atividades organizadas pelo hotel etc. Olhando assim, parece algo inocente e até bem pensado – até você se hospedar lá.<br />
“Eles (os G.O.s) sentavam-se à mesa conosco no café da manhã, almoço e jantar, puxando assunto, estivéssemos em grupo ou sozinhos. Ficavam insistindo para que participássemos das atividades coletivas e implicavam com quem não queria participar. Convocavam os hóspedes para uma ‘saudação ao sol’ no início da manhã – uma dança que eles faziam na beira da piscina e para a qual, prudentemente, hóspede nenhum se candidatava (eles pediam, então, que acompanhássemos a coreografia com as mãos&#8230;). Não dava para simplesmente deitar numa espreguiçadeira e ler um livro, eles estavam sempre em cima. Era muito chato. Era um saco, para ser sincera”, disse-me uma conhecida que também já esteve no hotel, concordando com o comentário de Danuza.<br />
Os G.O.s do Club Med são um sintoma de um fenômeno que apelidei de “excesso de atendimento”: na intenção de agradar o cliente, as empresas orientam seus funcionários a uma pró-atividade que acaba passando longe da prestatividade – e terminam, invariavelmente, no mero aborrecimento. O excesso de atendimento nasce como quase tudo – das boas intenções –, mas resulta em algo por vezes  pior que o seu extremo oposto, o descaso com o cliente. O motivo? Parte de uma premissa falsa: a de que todos os clientes querem ser bajulados, assistidos ou, mesmo, socializados quando vão às compras. A maior parte deles, arriscaria eu, quer simplesmente concretizar um objetivo, resolver um problema ou ser deixado em paz.<br />
São exemplos dessa maldição os vendedores que “perseguem” os clientes pela loja, enquanto ele examina produtos nas prateleiras, dando pitacos sobre cada coisa que o sujeito pega na mão. E, como não poderia deixar de ser, os garçons que a todo momento perguntam para os comensais se “está tudo bem”, interrompendo a conversa dos que estão à mesa (quando não, fazem questão de encher os copos com mais água ou refrigerante, como se o próprio cliente não fosse capaz de fazê-lo).<br />
O caso dos G.O.s é um pouco mais “grave”, digamos assim, porque mais do que um profissional solícito, ele se porta como um pseudoamigo à disposição dos hóspedes, simulando intimidade, exalando falsa alegria e tentando fazê-lo a participar da programação do hotel. A socialização é forçada, o relacionamento é forçado, a simpatia é <em>fake</em> – e isso pode tranquilamente destruir uma experiência de hospedagem, como aconteceu com Danuza.<br />
O melhor remédio? A neutralidade. Profissionais atentos, prestativos e capacitados, acionado quando solicitados pelos clientes, podem não despertar paixões nos consumidores, mas dificilmente se tornarão inconvenientes – e, pode ter certeza, serão capazes de agradar um número maior de pessoas do que os adeptos do atendimento em excesso.<br />
Dá até para fazer uma analogia: atendimento é como remédio; o que separa a cura do veneno está na dosagem.</p>
<p>_________________________________________________________________________________________</p>
<p>Autor: <strong>André D&#8217;Angelo</strong> que é professor e consultor de marketing.</p>
<p>Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><em>Revista Amanhã.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Incubadoras amparam passos iniciais de projetos tecnológicos</title>
		<link>http://www.revistadigital.com.br/2012/05/incubadoras-amparam-passos-iniciais-de-projetos-tecnologicos/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Digital</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Empreendedores com projetos focados na área de tecnologia e inovação podem contar com o apoio de uma estrutura especializada ao fomento de suas empresas. São as chamadas incubadoras, ambientes que abrigam startups e acompanham os]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/criatividade1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3540" title="criatividade" src="http://www.revistadigital.com.br/wp-content/uploads/2012/05/criatividade1-236x300.jpg" alt="" width="236" height="300" /></a>Empreendedores com projetos focados na área de tecnologia e inovação podem contar com o apoio de uma estrutura especializada ao fomento de suas empresas. São as chamadas incubadoras, ambientes que abrigam startups e acompanham os passos até a instalação definitiva no segmento. Ao disponibilizar o suporte administrativo, elas ajudam muitos ex-empregados a assimilarem o caráter patronal.</p>
<p>“Geralmente, o empreendedor que procura a incubadora domina a tecnologia, mas tem dificuldade na gestão da empresa. Nós damos ferramentas básicas para que se possa fazer a administração, pensando o negócio no horizonte de dois ou três anos”, explica Edemar Wolf de Paula, gerente da Raiar, incubadora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) que conta, neste momento, com 28 empresas nos campi de Porto Alegre e Viamão.</p>
<p>Chamadas através de editais, as empresas candidatas a incubação precisam ter uma primeira versão do plano de negócios para serem selecionadas. O tempo de permanência no local geralmente é de, no máximo, três anos. Uma vez arraigadas ao espaço, elas recebem acompanhamento de metas e objetivos para desenvolver a administração. Nesse sentido, são ofertados serviços de assessoria em diferentes áreas, como design, comunicação, contabilidade e na própria gestão. Em algumas localidades é cobrado um valor de aluguel mensal pela acomodação, em outras apenas os serviços utilizados são cobrados. “Procuramos fazer com que os choques iniciais de mercado sejam absorvidos”, explica De Paula.</p>
<p>Além do suporte oferecido, o período de incubação representa uma oportunidade de interação com outros empreendedores novatos e até com grandes empresas instaladas nos parques tecnológicos. “Temos vários exemplos de duas ou três empresas que estavam incubadas aqui e se fundiram, criando um negócio mais consistente tanto tecnologicamente quanto empresarialmente”, lembra Susana Kakuta, gerente do Unitec da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), que hoje abrange 29 empresas em São Leopoldo.</p>
<p>Atualmente, Pucrs e Unisinos trabalham na construção de novos condomínios empresariais, o que ampliará a quantidade de atendidos nos próximos anos. A efetividade do trabalho desenvolvido junto às startups pode ser comprovada pela baixa taxa de mortalidade após o tempo de alojamento. Somadas as empresas graduadas por Raiar e Unitec até agora, esse índice não chega a 15%. O desempenho é superior à taxa média nacional. Conforme dados do Sebrae de 2011, 27% das empresas não se mantêm nos dois primeiros anos de atuação.</p>
<p>Fonte: <strong>Jornal do Comércio.</strong></p>
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