Os donos do mundo
Por muito tempo – do século XIX ao início do século XX -, a expressão “rico como um Rothschild” era usada largamente por toda a Europa quando se queria descrever alguém que realmente tivesse dinheiro.
Nos Bastidores do Walmart
O autor é editor sênior da Fast Company, onde publicou extensa reportagem de capa sobre a maior rede varejista do mundo: consumidores gastam US$
O Lehman Brothers não era apenas um banco grande demais para quebrar
O Lehman Brothers não era apenas um banco grande demais para quebrar. Era uma instituição tradicionalíssima, de 158 anos, cuja trajetória se entrelaçava e se confundia com a construção do império americano. Uma história tipicamente
O Japão além das meras aparências
No conto “Em Português Brasileiro”, Kenzaburo Oe relata a história de um povoado no Japão cujos habitantes desapareceram misteriosamente. Um guarda florestal tenta descobrir o paradeiro, enquanto mostra fascínio pelo português falado no Brasil,
Uma tragédia sepultada
Como jornalista, o carioca Mauro Ventura, de 48 anos, tem uma qualidade que deve nortear os princípios dessa profissão: um olhar sensível para apurar e escrever histórias. Isso está mais que evidenciado no seu
A geopolítica das placas tectônicas
Em “A Geopolítica das Emoções” (Campus/Elsevier, 2009), o cientista político francês Dominique Moïsi descrevia as grandes regiões do mundo a partir de sentimentos que as caracterizavam. Substituindo a tese da ”guerra de civilizações” de Samuel Huntington pela ”guerra de emoções”, o autor buscou projetar os conflitos do presente
O cérebro tem muitas janelas
Apolo mandou dizer: “O mar não tá pra peixe”. Cabe à colunista, ou ao leitor, encontrar o sentido da frase. Talvez Apolo ande preocupado com a crise. No último encontro do Conselho da União







