A cidade dos sonhos

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Urbanistas, arquitetos, engenheiros e gestores públicos ouvidos pelo jornal Folha de S.Paulo apontaram os ingredientes que compõem a receita de uma cidade ideal para os moradores.

Eles dizem que não existe solução única, apostando todas as fichas em só um meio de transporte.

É fundamental conhecer as necessidades atuais e futuras, para planejar o crescimento e a oferta dos serviços na medida. Às vezes, é uma questão mais de massa cinzenta do que de aço e concreto.

Urbanismo

A cidade ideal reúne o que a vida urbana tem de melhor, como oportunidades de trabalho e cultura, sem o pior, como os congestionamentos. Além de várias opções de transporte, as áreas comerciais e residenciais são mescladas, o que distribui melhor a população e evita a realização de grandes viagens.

Compartilhamento

Estações de empréstimo de bicicletas, sistemas de “car sharing”, de compartilhamento de automóveis, e políticas que privilegiem o uso dos carros por mais de uma pessoas complementam os grandes meios de transporte público, suprindo as demandas específicas de deslocamentos.

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Na foto, o carro do ano

Diversidade

A cidade inteligente não depende de um só tipo de transporte, pois tem uma rede integrada de ônibus, metrô, monotrilho, trem ou barco de passageiros, cada atendendo melhor um tipo de necessidade. Quando um dos sistemas para, os outros continuam e não atrapalham o ir e vir das pessoas.

Calçadas

Toda viagem começa a pé, por isso as calçadas precisam ser seguras, acessíveis e com espaço suficiente para os pedestres. Como são as “vias” que ligam os centros dos bairros aos eixos de transporte público, especialistas defendem que sua conservação deve ser feita pelo poder público, da mesma forma como as ruas.

Estacionamento

Estacionamentos públicos, de preferência subterrâneos, são integrados a estações de transporte e acomodam os carros de quem mora mais longe. Sem vagas para carros nas ruas, aumenta o espaço para o fluxo de veículos ou da largura das calçadas ou ainda para a criação de ciclovias ou ciclofaixas.

Restrição ao carro

O carro não é necessariamente inimigo da cidade, mas não deve ser a opção da maioria. Por isso são necessárias políticas de restrição, sobretudo nas áreas centrais e com mais oferta de transporte. O tipo é que causa controvérsia: rodízio, pedágio urbano, ou proibição total.

Fonte: Folha de S.Paulo

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