Mesas para compartilhar

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Em época de altíssima tecnologia na comunicação, o velho diálogo em uma mesa tem cada vez mais importância e significado diante do virtual. Em casa, na rua e nos negócios. Você pode utilizar a internet, falar com seu chefe ou sua filha que está a milhas de distância mas o bom mesmo é poder conversar pessoalmente, pelo menos no caso da sua filha. A saudade só é verdadeiramente deletada quando abraçamos a pessoa amada.

E assim é com praticamente tudo. Um bom aperto de mão, um convite para um  café na mesa compartilhada são insubstituíveis nas relações humanas. Já foi dito que nunca foi tão fácil comunicar-se mas que também nunca se viajou tanto. Cada vez mais comum justamente onde a tecnologia é farta, a velha mesa de madeira está presente em restaurantes, museus e até cinemas, como é o caso do Espaço Itaú no Bourboun Country em Porto Alegre, onde facilita os comentários sobre o último filme.

Na mesa com cadeiras diferentes da padaria francesa pode-se entender a diversidade de pessoas que ali irão sentar e conversar. A Agenda 2020 é muito disso. Quando completa sete anos – tudo começou em 8 de março de 2006 -, pode-se garantir que aquele primeiro encontro da Agenda 2020, que teve 85 mesas, cada uma com dez pessoas, de áreas diferentes, foi uma grande reflexão sobre o passado, presente e o futuro do Rio Grande do Sul.

A mesa é um grande símbolo na história recente da Agenda 2020. Ela continua presente em centenas de encontros, eventos e seminários que acontecem regularmente e que  buscam a melhor solução para as grandes questões do Rio Grande do Sul.

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