O tempo no pulso ou a ansiedade por status

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Sério. Nunca vi tanta propaganda de relógio em jornais e revistas. Cadernos especiais publicam artigos e anúncios dos melhores relógios do mundo. São dezenas de marcas, todas de grande tradição (e preço). No jornal Folha de São Paulo,  anúncios de página inteira chamam a atenção do leitor. Em publicações globais importantes como The Economist,  Financial Times e The Wall Street Journal, os fabricantes de relógios parecem liderar a quantidade do espaço publicitário.

Não tenho explicação para esse surto mas fico imaginando que cresceu o valor do relógio como preciosidade, símbolo de status e, diante de mercados emergentes ávidos por reconhecimento social, essas seculares marcas querem mais é atender a todos. Ou seja, vender muito.

E, convenhamos, essas máquinas são quase perfeitas. Só tem de inadequado para mim o preço, completamente fora do alcance. Para quem pode, o tempo medido é o mesmo mas parece outro.

Inácio Knapp

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