Brasil inovador

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Polo tecnológico na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro

Diversos projetos na área de pesquisa e tecnologia têm recebido investimentos importantes para desenvolver, na prática, o potencial do Brasil em inovação. Até 2014, o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por exemplo, receberá 11 grandes empresas, cinco laboratórios científicos e uma dezena de pequenas e médias companhias.

A construção deste e de outros polos é parte de um grande esforço combinado entre o poder público e a iniciativa privada para tornar o País referência mundial nas áreas de tecnologia, inovação e exportação de conhecimento. Nos últimos 25 anos, o Brasil aumentou em mais de dez vezes o número de pesquisadores doutores e tornou-se o 13º maior produtor de pesquisa científica do mundo, sendo líder nesse quesito na América Latina, segundo dados da Thomson Reuters. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Brasil já ultrapassam 1,4% do PIB, percentual que deve dobrar nos próximos anos.

Estima-se que cinco mil pesquisadores estejam trabalhando no Parque Tecnológico da UFRJ até a ocupação total do espaço, atualmente em expansão. Pelo menos 200 desses pesquisadores estarão no primeiro Centro de Pesquisas Global da GE na América Latina, em construção no Rio de Janeiro. A multinacional investirá R$ 500 milhões para instalar seu quinto Centro de Pesquisas Global, na Ilha do Fundão (RJ), com inauguração prevista para o segundo semestre de 2013. “Nossos cientistas já estão focados em desenvolver inovação e tecnologia aplicada para ajudar o País a solucionar seus grandes gargalos em infraestrutura”, explica Ken Herd, diretor geral do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.

Os desafios que o Brasil busca superar a partir do investimento em inovação, seja por meio de ações governamentais ou em parceria com a iniciativa privada, estão sendo debatidos no +Brasil, evento que a GE promove hoje em São Paulo. “O crescente investimento em pesquisa e desenvolvimento tem sido decisivo para ampliar a competitividade e colocar o País em posição de destaque no que se refere à inovação e desenvolvimento econômico. Estamos conseguindo mostrar, sob uma perspectiva global, que temos muito a contribuir para o desenvolvimento sustentável de diversos segmentos econômicos”, afirma Frederico Amâncio, secretário do Desenvolvimento de Pernambuco.

Inovação local

Desde o anúncio da construção do seu Centro de Pesquisas Global no Rio de Janeiro (RJ), a GE já firmou acordos com empresas e entidades como Petrobras, EBX, COPPE-UFRJ, IPT e MRS para buscar contribuições técnicas, científicas e inovações para os parceiros. Atualmente o centro já dá vazão às pesquisas direcionadas a vinhaça e bagaço de cana, biocombustíveis para a aeronáutica, locomotivas movidas a gás natural, automação avançada, diagnósticos para energia elétrica e eficiência logística, entre outras aplicações. Os trabalhos acontecem nos quatro centros de excelência, focados em Biocombustíveis, Integração de sistemas, Sistemas inteligentes e Subsea, este último para pesquisas relacionadas à exploração da camada pré-sal. Até a conclusão das obras, a GE ocupa provisoriamente instalações da UFRJ, também na Ilha do Fundão (RJ).

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