A sala sinfônica de Porto Alegre

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A sede própria da Ospa será assim

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o ministro interino da Cultura, Vitor Ortiz, assinaram convênio dia 3/7, que garante o repasse de R$ 23,8 milhões para a construção da sala sinfônica da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). Deste total, quase R$ 20 milhões correspondem a recursos federais, aprovados por emenda da bancada do Estado na Câmara dos Deputados, e o restante à contrapartida do governo gaúcho.

Segundo a Secretaria da Cultura do Estado, à qual a Ospa é vinculada, a obra exigirá investimentos totais de R$ 46 milhões, incluindo recursos captados por intermédio das leis de incentivo à cultura estadual e federal. A construção já iniciou em uma área cedida pela prefeitura no centro de Porto Alegre e deve ser concluída até o fim de 2014.

Criada em 1950, a Ospa é a segunda sinfônica mais antiga do Brasil e em 1965 foi transformada em fundação e encampada pelo governo estadual, mas até hoje não tem uma sede própria. Por conta disto, os ensaios são feitos em um armazém do cais do porto da cidade e as apresentações, que atraem em média 100 mil pessoas por ano, em teatros ou igrejas sem os recursos acústicos necessários.

A sala sinfônica da orquestra terá 12,8 mil metros quadrados de área construída, 1,5 mil lugares, local para ensaios, um museu e uma escola de música, espaço administrativo e estacionamento para 375 carros. Empresas como Banrisul, Souza Cruz, Vonpar, Lojas Renner, Sulgás, Randon, Celulose Irani, Habitasul, Stihl, BarraShopping, Marcopolo, Pactum e CIEE já contribuíram com a construção por intermédio da Fundação Cultural Pablo Komlós (Fospa). O nome da fundação é uma homenagem ao maestro húngaro que criou a orquestra.

Fonte:  Sérgio Ruck Bueno / Valor Econômico.

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